sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Sinistralidade em Portugal: um problema sem soluções?

A sinistralidade rodoviária é um fenómeno importante em Portugal. Com efeito, a taxa de acidentes per capita no país é das mais elevadas da Europa. Entre 1986 e 2007 morreram nas estradas portuguesas 39 950 pessoas, mas os dados estaísticos mais recentes dizem mesmo que, por cada 1000 habitantes, morrem nas estradas nacionais 91 pessoas.
Mas o que podemos fazer? Promover uma maior sensibilização do problema junto dos condutores, por exemplo, através de campanhas de prevenção, reforçar a vigilância nas estradas, impondo multas mais avultadas aos automobilistas, melhorar as infra-estruturas rodoviárias, melhorar o socorro e o apoio às vítimas, são algumas medidas que devem ser bem repensadas pelas autoridades competentes. E aos futuros condutores, não deveriamos consciencializá-los para este grave problema nacional?
O que dizer?
Elabora um comentário sobre os problemas da sinistralidade nas estradas portuguesas e dá a tua opinião sobre eventuais soluções.

26 comentários:

  1. A sinistralidade rodoviária é um problema importante porque em Portugal, a taxa de acidentes per capita é elevada como podemos comprovar com dados estatísticos recentes, que mostram que por cada mil habitantes, 91 morrem nas estradas nacionais. Contribuem para estes números, os seguintes problemas: alcoolismo, excesso de velocidade, estado do piso, experiência do condutor (ter carta há muito ou pouco tempo), condições climatéricas (Chuva, vento ou excesso de sol), distracção e estado do veículo. Para estes problemas, existem soluções tais como, promover fortes campanhas de sensibilização, aumentar o número de radares e lombas para obrigar a reduzir a velocidade, maior policiamento nas estradas, melhoras nas infra - estruturas rodoviárias, melhoras nas medidas de apoio e socorro às vítimas. Podemos ainda promover campanhas nas escolas com o objectivo de sensibilizar os futuros condutores para estes problemas. Estas campanhas podem ir desde os tradicionais folhetos, até aos testemunhos verídicos de pessoas que causaram ou sofreram acidentes e tentar mobilizar esta camada da população para trabalhos voluntários em instituições de reabilitação, com o objectivo de impressionar os jovens para as consequências de um sinistro.

    Márcia Carvalho, 9ºB nº18

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  2. Os meios de transporte são essenciais para a nossa qualidade de vida.
    O automóvel é o mais utilizado no mundo inteiro, mas também é o que causa maior número de acidentes na estrada, que causam mortes e ferimentos graves.
    A prevenção Rodoviária portuguesa alerta-nos insistentemente para as regras de segurança nas estrada, dirigidas a automobilistas, motociclistas, ciclistas e peões.
    Sendo devido ao excesso de velocidade que surgem maior numero de acidentes em Portugal, é essencial respeitar os limites de velocidade, a distância de segurança entre viaturas, o uso de cinto de segurança, também não devem ser ingeridas bebidas alcoólicas, refeições pesadas nem falar ao telemóvel e devesse ter bastante cuidado nas ultrapassagens.
    Estas medidas são muito importantes na segurança rodoviária e deves ser respeitadas pois podem salvar vidas.

    Marta Gomes 9ºB nº19

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  3. A sinistralidade rodoviária em Portugal é um problema que tem aumentado significativamente nos últimos anos. O consumo de álcool e drogas, cansaço, a condução perigosa, não utilização do cinto de segurança, estradas perigosas são muitos dos factores que contribuem negativamente para o aumento dos acidentes nas estradas. Para as estradas perigosas, sugiro a colocação de rails nas bermas. O consumo de álcool e drogas pode ser combatido se houver mais polícia e brigadas de trânsito nas estradas portuguesas. Os jovens devem ser sensibilizados para campanhas contra o consumo de estupefacientes. As coimas de excesso de velocidade deviam de ser aumentadas, assim como o número de radares de velocidade nas estradas para que se reduzisse a condução perigosa. Para diminuir o número de mortes nas estradas a assistência médica devia de ser melhorada e mais rápida a chegar ao local do acidente. Deviam de ser desenvolvidas campanhas de prevenção rodoviária nas escolas e em locais públicos para que todos pudessem ser sensibilizados em relação a este grande problema que afecta o Mundo à muito tempo.

    Rita Reis, 9ºB, Nº23

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  4. Para mim os principais problemas da sinistralidade nas estradas portuguesas são: o estado do tempo( por exemplo: se estiver sol não existe tanto risco de haver acidentes, mas se estiver uma forte trovoada é normal que se o condutor não estiver com atenção vai provocar um acidente que por vezes pode se tornar grande). Outro dos principais problemas é o excesso de velocidade que a maioria da população portuguesa atinge actualmente, para concluir deve dizer que outro dos principais problemas é o estado impróprio da pessoa, por ex. excesso de álcool, drogas, etc.
    As eventuais soluções podem ser: relembrar os condutores e seus acompanhantes através da comunicação social que nunca se esqueçam das regras básicas( utilização do cinto de segurança, bem sentados, as crianças utilizarem cadeiras, etc). Outra possível solução é promover campanhas para sensibilizar os condutores (quem sabe até podia ser útil até para os alertar). Por último só quero referir que penso que outra solução pode ser que quando os possíveis condutores estão a tirar a carta devessem alertar-los para a necessidade da segurança rodoviária e para serem responsáveis.

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  5. Frederico Pedreira, nº10, 9ºB
    (desculpe professor esqueci-me da identificação)

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  6. A sinistralidade rodoviária é um problema bastante comum em Portugal, infelizmente. As causas são das mais variadas. Várias pessoas ainda conduzem sobre grande efeito de alcóol, nomeadamente jovens. A elevada quantidade de alcóol faz com que hajam mais acidentes devido à falta de concentração e também devido ao facto dos condutores alcolizados experimentarem manobras perigosas frequentemente. O excesso de velocidade, também associado ao alcóol, mas não só, é também um grave problema. Os condutores em excesso de velocidade não conseguem controlar os automóveis da melhor forma. Portugal tem várias estradas que não estão nas suas melhores condições e isso, causa também, numerosos acidentes. As condições climatéricas podem também influenciar o piso o que por sua vez influencia a condução. Para estes problemas serem resolvidos, seria necessário organizar mais campanhas de sensibilização aos condutores sobre usar o cinto de segurança, não falar ao telemóvel, etc.. ; aumentar as multas por excesso de velocidade, condução embriagada e condução enquanto se fala ao telemóvel. Deviam também ser organizadas obras nas estradas de forma a melhorar o piso. Os agentes policiais têm de continuar a prestar atenção às estradas e devia existir sempre assistência médica pronta a ajudar a população, em caso de acidentes.

    Patrícia Justino, nº 22, 9ºB

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  7. Queria apenas avisar que onde escrevi "alcóol", queria sim dizer "álcool".

    Patrícia Justino.

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  8. Sem dúvida que a sinistralidade rodoviária é bastante elevada em Portugal e todos os anos morrem muitas pessoas nas estradas portuguesas, o que e deveras preocupante. Este cenário deve-se essencialmente à irresponsabilidade dos condutores/condutoras portugueses que conduzem sob o efeito de drogas, álcool, atendem o telemóvel durante a condução, elaboram manobras perigosas, conduzem em excesso de velocidade… etc. No entanto, em alguns casos, também são decisivos factores como o mau estado das estradas/vias portuguesas e as condições climatéricas. Para reduzir o número de mortes anuais nas estradas, eu penso que deviam ser mais propagadas as campanhas de sensibilização dos condutores, deviam melhorar as estradas e vias (ainda existem neste momento estradas não alcatroadas em vários concelhos de Portugal!), investir em mais aparelhos de controlo nas estradas como câmaras de vigilância para que os condutores infractores fossem mais facilmente multados (e com multas mais elevadas!) ou então mais patrulha por parte da polícia de estradas. Outra solução poderia passar também pelo melhoramento dos automóveis, reforço dos vidros, e das portas, etc.
    Espero que nos próximos anos sejam tomadas ainda mais medidas, para que Portugal deixa do pódio dos países com alta sinistralidade rodoviária, que deve ser dos nossos únicos primeiros lugares.

    Ariana Colaço nº3 9ºB

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  9. S'tor, devido a problemas, vou também postar o comentário do luís branco. Aqui está ele:

    Quero primeiro assinalar que “estatísticos” tem erro, escreve-se estatísticos.
    A sinistralidade em Portugal é uma preocupação sim, mas já está mais moderada, pois em 2005 morreram 568 pessoas só no mês de Julho. Ainda assim pode-se reduzir as mortes nas estradas com campanhas de sensibilização e com leis mais fortes como retirada da carta a pessoas com excesso de velocidade e com elevada taxa de alcoolismo no sangue, e por fim multas com um elevado preço.
    Gosto muito de si.

    Luís Branco Nº17 9ºB

    A sinistralidade nas estradas portuguesas é um dos problemas mais difíceis de resolver no nosso país à beira mar plantado. Por mais campanhas de sensibilização que se faça, os condutores continuam com o mesmos hábitos ao volante, como beber antes de dirigir o veículo, falar ao telemóvel quando estão ao volante e não utilizar o cinto de segurança.
    Sinceramente, acho que a solução passaria por a instalação obrigatória de sensores para o cinto de segurança, como há nos carros mais novos. Também passaria num aumento do valor nas multas. Após uma pequena pesquisa, percebi que as multas apesar de estarem bastante altas, ainda há condutores que tentam passar as regras.

    Luís Patrão Nº16 9ºB

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  10. A sinistralidade em Portugal é um problema sério, e penso que ainda existem pessoas que não têm consciência disso. Todos os dias, logo pela manhã, vejo nos noticiários

    que houve um acidente grave e muitas vezes a culpa nem foi dos condutores. Muitas outras coisas podem provocar acidentes: o mau estado das vias, as condições

    climatéricas ou até mesmo um problema de funcionamento do carro. Mas o principal causador de acidentes é mesmo o próprio condutor que não respeita o limite máximo de

    velocidade, distrai-se falando ao telemóvel ou então conduz sob o efeito de álcool ou de drogas. Muitas vidas serão poupadas se se continuarem a sensibilizar os

    condutores (e os futuros condutores) para a prática de uma condução segura e se os condutores respeitarem sempre o limite de velocidade, se respeitarem a distância de

    segurança, se usarem sempre cinto de segurança, se não consumirem álcool ou droga e se verificarem o estado/funcionamento do seu carro. Às entidades públicas ou

    concessionários das estradas compete melhorar ou reparar as infra-estruturas rodoviárias, colocar lombas e semáforos. A polícia devia fazer mais patrulhas de

    segurança/operações de STOP para fazer testes de alcoolemia, colocar mais radares nas estradas e melhorar o socorro (tanto a polícia como os bombeiros) aos

    acidentados.
    Penso que muitos acidentes seriam evitados e muitas vidas seriam poupadas.

    Daniela Vieira, nº6 , 9º B

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  11. Como podemos comprovar através de dados estatísticos recentes, a sinistralidade rodoviária é um grave problema, não só em Portugal como noutros países.
    Este problema é fruto de diversos factores, entre eles: excesso de velocidade, taxa de alcoolemia (que certos condutores apresentam, essencialmente durante a noite), consumo de drogas, estado da via (ou seja, estado da estrada onde o transporte circula), condições climatéricas (chuva, neve), entre outros factores relacionados com a segurança do condutor e presente na viatura.
    No que diz respeito às soluções para travar a sinistralidade (neste caso em Portugal), podemos enumerar diversas propostas de segurança rodoviária: promoção de campanhas de sensibilização de acidentes rodoviários quer às camadas mais jovens da sociedade quer aos mais adultos (alertando também para algumas regras de segurança básica como o uso do cinto de segurança e o uso incorrecto do telemóvel no transporte), investimento, por parte do Estado Português, em tecnologias que permitam uma diminuição do número de acidentes nas estradas (como exemplo os radares) e de certa forma, infra-estruturas rodoviárias (semáforos,lombas,etc.) assim como o seu melhoramento, aumento das brigadas de trânsito e também do policiamento relativo ao álcool que as pessoas ingerem antes de guiarem (operações STOP), exigir multas, mais vigilância quer a nível das estradas quer a nível do próprio condutor e viatura, desenvolvimento tecnológico por parte das grandes empresas de automóveis com o intuito de melhorar/ a segurança do condutor (isto é, criando novos métodos que se adaptem às viaturas para prevenir os acidentes nas vias), entre várias medidas que deviam ser tomadas, principalmente pelo Estado pois é ele que representa a população e o único que tem o poder para utilizar esses métodos. Porém, sublinho o facto de muitas das vezes o condutor ser o responsável por a sinistralidade estar cada vez mais a aumentar, daí que o condutor deva ser responsável do modo como guia a sua viatura. Por isso, alerto os condutores não só pela sua segurança mas como a vida das outras pessoas que o rodeiam.
    Concluo assim que, apesar de poderem ser tomadas várias medidas, tudo pode depender da pessoa que "controla" a viatura.

    Gustavo

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  12. A sinistralidade rodoviária em Portugal é extremamente elevada.

    Causas deste tão avultada quantia de mortos:

    ~o desrespeito do Código da Estrada pela parte dos condutores;
    ~os excessos de álcool no sangue e de velocidade;
    ~o facto de os condutores efectuarem manobras perigosas;
    ~as pessoas em geral (quer de carro quer a pé) não respeitarem os vários sinais de trânsito, não pararem nos semáforos aquando da luz verde para carros e vermelha para os peões...

    Tudo isto e muito mais pode ser evitado com um pouco de civismo e algumas revisões das penalizações para os infractores.


    Diogo Ferreira nº5 9ºC

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  13. A elevada sinistralidade rodoviária em Portugal se deve a vários factores, sendo o mais importante a falta de civismo dos condutores portugueses, que insistem em realizar manobras perigosas em locais pouco adequados, como ultrapassagens em curvas sem visibilidade, já vi muitas situações de manobra em que podiam facilmente resultar num acidente. Também o excesso de velocidade e o abuso do álcool são atitudes muito perigosas. As estradas portuguesas não ajudam: o traçado das próprias estradas propriciam muitos acidentes (basta lembrarmo-nos do IP5 e nos pontos negros da EN-125, ou mesmo do IP4, só para citar algumas). A prevenção é muito importantes nestes casos, é necessário uma mudança de mentalidades para minimizar os efeitos desta tragédia, e para isso a Prevenção Rodoviária tem desempenhado um papel crucial, graças aos apelos na televisão, cartazes,... ao bom senso e condução cuidada, que podem reduzir bastante o número de mortos e feridos graves que resultam de acidentes que facilmente podiam ser evitados, se fosse respeitado o Código da Estrada.

    "Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto"
    Cátia Santos 9ºC Nº3

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  14. A elevada sinistralidade nas estradas de Portugal, deve-se principalmente ao consumo elevado de álcool e de drogas. O álcool e as drogas actuam a nível do sistema nervoso que provoca alterações nas capacidades de atenção, vigilância as reacções motoras e visão periférica do condutor. O elevado nível de sinistralidade nas estradas de Portugal também se deve à fadiga (a dificuldade de manter os olhos abertos, provoca a diminuição da capacidade de tomar decisões e dificuldade de manutenção da trajectória do veículo), ao uso do telemóvel, este já bastante comum (perder a concentração por estar a fazer duas coisas em simultâneo), o estado do veículo (como por exemplo o estado dos travões, das pastilhas, dos discos, e.t.c.), a sinalização nas estradas, o estado das estradas e o estado do tempo meteorológico (em situações adversas a estrada tende a ficar mais perigosa, não só com o gelo, chuva e neve mas também óleo e areia, que já não corresponde ao estado do tempo.
    Para resolver estes tipos de problemas basta apenas um pouco de respeito não só por nós próprios como também pelos outros que andam na estrada, não só os condutores, como os peões. O respeito das regras de trânsito é importante.
    Isto tudo se pode evitar com a diminuição da velocidade em caso de situações adversas, não conduzir sob o efeito de drogas ou/e de álcool, não conduzir e falar ao telemóvel ao mesmo tempo que conduz, mas claro que nem toda agente tem o mesmo cuidado por isso talvez com a subida dos preços das multas, e a maior vigilância nas estradas também darão alguma segurança ás pessoas que andam nas estradas como também poderá vir a diminuir o número de mortos nas estradas por ano!
    Marta Farinha 9ºC Nº8

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  15. A sinistralidade nas estradas
    A sinistralidade rodoviária tem aumentado bastante ao longo dos anos, especialmente em Portugal.
    Como sabemos a maioria dos acidentes acontececem essencialmente devido à irrespondabilidade quer dos condutores, quer das autoridades competentes pela segurança e prevenção rodoviária.
    Existem assim enúmeras causas que provocam os acidentes, e que por muitas vezes levam à morte nas estradas, tais como desrespeitar os limites máximos de velocidade, assim como os sinais de trânsito e os semáforos. Outras causas de acidentes são também as ultrapassagens perigosas, os automobilistas consumirem álcool e drogas, as distracções dos condutores (falar ao telemóvel e sonolência), o desrespeito pelo uso de cinto de segurança e capacete (no caso dos condutores de motociclos) e ainda o automóvel (ou mota) estarem em mau estado, tal como as estradas.
    Na estrada não circulam apenas automóveis e motociclos, mas também bicicletas e peões e também existem regras para estes. Os ciclistas devem por exemplo usar materiais de protecção (capacete, joelheiras) e não devem circular aos ziguezagues nas filas de trânsito e transportar objectos a não ser numa caixa de carga adequada. Já os peões devem atravessar sempre a estrada nas passadeiras e caminhar sempre nos passeios.
    Então para evitar que os acidentes aconteçam existem várias maneiras de o fazer tais como promover uma maior sensibilização junto dos condutores através de campanhas de protecção, existirem debates nas escolas e alertarem as crianças sobre a sinistralidade e medidas para o evitarmos, existir um maior controlo das estradas, o aumento do valor das multas aos automobilistas, o melhoramento das infra-estruturas rodoviárias, rápido e melhor socorro e apoio às vítimas, respeito pelos sinais de trânsito, utilização do cinto de segurança e o respeito pelos peões nas passadeiras, coisa que algumas vezes não acontece. Mas para que todas estas medidas se concretizem depende bastante da vontade dos condutores (estes deviam também serem consciencializados pois este é um grave problema nacional) e da acção das autoridades competentes.

    Inês Correia, nº12
    9ºB

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  16. Na minha opinião a sinistralidade rodoviária em Portugal é um problema grave por falta de sensibilidade dos condutores e acima de tudo, por haver uma grande falta de respeito pelo outro. Quando estamos ao volante temos que pensar que um erro nosso põe em risco a nossa vida bem como a de terceiros.
    Deveria haver mais acções de sensibilização.
    Aumentar as multas ajudaria mas, não é tudo porque se não houver civismo nada vale a pena.
    Isto, claro, é a minha opinião.
    Algumas soluções:
    -ter civismo;
    -respeitar o código da estrada;
    -não conduzir com taxa de alcoól ou de qualquer droga no sangue;
    - etc...


    Sofia Soares Vaz n.º:12 9ºC

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  17. A boa imagem de um país moderno, acolhedor, apetecível do ponto de vista turístico fica “manchada” pelas tristes notícias que ocorrem todos os dias -as mortes nas estradas portuguesas.
    Em Portugal, infelizmente, a morte nas estradas é muito frequente. Em 1990 registaram-se 2300 vitimas mortais nas estradas, o que tem vindo a diminuir passando para 460 pessoas.
    Muitos de nós culpamos o mau tempo, ou as condições atmosféricas adversas, mas temos de o deixar de usar como desculpa pois basta pensar que na Suécia há um décimo dos acidentes que existem em Portugal e que o tempo e o clima na Suécia é muito pior do que cá, mostra bem que o problema não é o mau tempo mas é a incapacidade que as pessoas têm de compreender que devem ajustar a sua condução às condições climatéricas.
    Algumas das causas dos acidentes nas estradas portuguesas são:
    -Imprudência
    -Falta de civismo
    -Excesso de velocidade
    -Falta de formação e treinos dos condutores

    Isto tudo está aliado a alguns erros no traçado das estradas e sinalização a que se junta a falta de fiscalização por parte das autoridades,
    isto são alguns factores que explicam o aumento da taxa de sinistralidade e por conseguinte o número de mortos nas estradas portuguesas.

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  18. esqueci-me da identificação:
    Guida Rodrigues Nº6 9ºC

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  19. A sinistralidade rodoviária é um fenómeno importante em Portugal. Este fenómeno é devido a:
    * Excesso de velocidade – 20%
    * Excesso de Álcool – 10%
    * Manobras perigosas – 60%
    * Más condições das estradas – 10%
    Ter um pouco de respeito não só por nós mas também pelos outros (condutores ou peões) e respeitar as regras de trânsito ajuda este problema a resolver-se, claro que também devemos reduzir a velocidade quando se conduz, não devemos conduzir sob o efeito de álcool/drogas, não fazer manobras perigosas, não falar ao telemóvel e fazer a revisão do veículo.
    Estas são ALGUMAS das coisas que podemos fazer para reduzir a sinistralidade.
    A resolução da sinistralidade está nas nossas mãos…
    Beatriz Martins Nº2 9ºC

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  20. A sinistralidade em Portugal é um grave problema social que se tem vindo a agravar com o passar dos anos; as principais causas desta situação são elevadas taxas de alcoolemia no sangue, velocidade elevada, não cumprir com as normas da estrada, distracções dos condutores com minimas coisas como por exemplo falar ao telemóvel,ultrapassar de forma perigosa...

    Existem várias soluções para este problema como por exemplo criar mais campanhas de sensibilização dirigidas aos condutores, um aumento do controlo policial nas estradas...


    Daniela Cardoso Filipe 9ºC Nº4

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  21. A sinistralidade rodoviária em Portugal é um assunto muito grave e ao mesmo tempo criticado em Portugal.
    Contudo, este problema deve-se essencialmente á falta de civismo e respeito pelos outros. Existem outras causas tais como: consumo de alcool ou drogas, excesso de velocidade, ultrapassagens perigosas, falar ao telemóvel durante a condução, desrespeito do codigo da estrada, desrespeito dos sinais de transito, entre outras...
    Para todos os problemas há solução tais como ter civismo, respeitar o código da estrada e aumentar as penalizações por parte dos condutores são algumas delas...

    Naia Portela 9ºC Nº9

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  22. Em Portugal, existem cada vez mais mortes nas estradas. As pessoas, por vezes, não respeitam as regras de segurança, como o uso do cinto, não falar ao telemóvel, não conduzir sob o efeito de álcool, não conduzir com sono e evitar a distracção, pois podem provocar um acidente. Os condutores devem ter ainda muita atenção com os sinais de trânsito, pois devem ser respeitados para não existirem acidentes. Para evitar acidentes devem-se respeitar as regras de segurança das estradas como não andar a altas velocidades, parar nos semáforos quando estes acendem a luz vermelha e ainda parar nas passadeiras, pois o facto de existirem muitos condutores que não param nas passadeiras causa a morte a muitas pessoas. Todos os automobilistas devem respeitar as regras das estradas, para evitar mortes. Conduzir sob o efeito de álcool, ou falar ao telemóvel são umas das grandes causas de morte nas estradas. Para bem de todos nós, as multas por excesso de velocidade, excesso de álcool entre outros factores que já foram referidos, deveriam ser mais altas. A sinistralidade, deve-se também ao facto das condições atmosféricas, devido às estradas ficarem molhadas e escorregadias.

    Inês Caetano nº13 9ºB

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  23. A Sinistralidade, ou seja, o grau de ocorrência de sinistros (desastres), apesar de não afectar apenas os veículos terrestres rodoviários é nestes que esta apresenta um maior número de mortes per capita e acidentes. Os mesmos podem ser devidos a uma enorme quantidade de variáveis: estado do piso, condições climatéricas, alcoolismo, problemas de visão, distracção, o cumprimento do código de estrada e o respeito pelos sinais de trânsito, ou simples facto de se guiar a falar ao telemóvel, um aspecto muito desrespeitado hoje em dia. Para tal deveriam fazer se inspecções à via, sensibilizar a população (ou seja, continuar o trabalho realizado), renovação da carta com maior frequência, coimas mais acentuadas, maior eficácia e rapidez por parte dos socorros médicos e ter civismo, dando o exemplo e chamando a atenção áqueles que erram. Por parte das ciências, a segurança nas estradas tem melhorado, nomeadamente na construção de carros mais seguros, onde existe desde vidros inquebraveis a air bags e portas reforçadas. Mas por agora, e falo por mim, só me resta desejar sucesso para todos os que trabalham neste sector e um futuro seguro para todos. Um pequeno gesto pode mudar a forma de pensar de uma pessoa e poderemos ser nós a realizá-lo.

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  24. A sinistralidade nas estradas é mesmo um problema. Por mais que se tomem medidas ela continua a existir. Na minha opinião as pessoas deviam ter a consciência do perigo que correm, mas como não a têm, há que tomar mais medidas para esta sinistralidade baixar. Por exemplo uma das maiores causas desta sinistralidade ser tão elevada é o excesso de velocidade e para o evitar podiam haver, nos carros, sistemas para o automóvel não passar de uma certa velocidade. também se podiam sensibilizar os jovens logo quando estão a aprender a conduzir para terem cuidado quando mais tarde conduzirem. também há automóveis que não possuem a segurança necessária, logo, acho que se devia fazer uma revisão à segurança de todos os veículos para que não houvesse acidentes devido a falhas de segurança.
    As pessoas podem tomar estas medidas todas mas se nas suas cabeças isto não fizer sentido este problema não vai acabar, se essas pessoas não tiverem consciência que os acidentes não acontecem apenas com os outros e também consigo próprios este problema não se vai resolver

    Miguel Mlaca nº 20 9ºB

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