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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O IDH, Índice de Desenvolvimento Humano, é um indicador socioeconómico que resulta da combinação entre três outros indicadores: Esperança Média de Vida, Taxa de Alfabetização e PIB per capita. Varia entre 0 e 1.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
9º ANO - Objectivos para o teste
1º) Definir acessibilidade, distância-tempo e distância-custo.
2º) Referir as principais vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de transporte.
3º) Dar um conceito de Aldeia Global.
4º) Apontar as principais vantagens e desvantagens do processo de globalização.
5º) Diferenciar crescimento de desenvolvimento.
6º) Referir os principais indicadores utilizados para medir crescimento e desenvolvimento.
7º) Localizar diferentes níveis de desenvolvimento no contexto mundial.
8º) Relacionar o IDH com o PIB per capita.
9º) Apontar críticas à utilização do IDH.
2º) Referir as principais vantagens e desvantagens dos diferentes tipos de transporte.
3º) Dar um conceito de Aldeia Global.
4º) Apontar as principais vantagens e desvantagens do processo de globalização.
5º) Diferenciar crescimento de desenvolvimento.
6º) Referir os principais indicadores utilizados para medir crescimento e desenvolvimento.
7º) Localizar diferentes níveis de desenvolvimento no contexto mundial.
8º) Relacionar o IDH com o PIB per capita.
9º) Apontar críticas à utilização do IDH.
sábado, 16 de outubro de 2010
Portugal, Indicadores Demográficos
Clica no LINK e completa o distrito com os dados que te são pedidos.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Sinistralidade em Portugal: um problema sem soluções?
A sinistralidade rodoviária é um fenómeno importante em Portugal. Com efeito, a taxa de acidentes per capita no país é das mais elevadas da Europa. Entre 1986 e 2007 morreram nas estradas portuguesas 39 950 pessoas, mas os dados estaísticos mais recentes dizem mesmo que, por cada 1000 habitantes, morrem nas estradas nacionais 91 pessoas.
Mas o que podemos fazer? Promover uma maior sensibilização do problema junto dos condutores, por exemplo, através de campanhas de prevenção, reforçar a vigilância nas estradas, impondo multas mais avultadas aos automobilistas, melhorar as infra-estruturas rodoviárias, melhorar o socorro e o apoio às vítimas, são algumas medidas que devem ser bem repensadas pelas autoridades competentes. E aos futuros condutores, não deveriamos consciencializá-los para este grave problema nacional?
O que dizer?
Elabora um comentário sobre os problemas da sinistralidade nas estradas portuguesas e dá a tua opinião sobre eventuais soluções.
Mas o que podemos fazer? Promover uma maior sensibilização do problema junto dos condutores, por exemplo, através de campanhas de prevenção, reforçar a vigilância nas estradas, impondo multas mais avultadas aos automobilistas, melhorar as infra-estruturas rodoviárias, melhorar o socorro e o apoio às vítimas, são algumas medidas que devem ser bem repensadas pelas autoridades competentes. E aos futuros condutores, não deveriamos consciencializá-los para este grave problema nacional?
O que dizer?
Elabora um comentário sobre os problemas da sinistralidade nas estradas portuguesas e dá a tua opinião sobre eventuais soluções.
sábado, 11 de setembro de 2010
O subdesenvolvimento no mundo
O subdesenvolvimento é um dos graves problemas que continuamos a assistir à escala mundial. Fica a conhecer melhor toda esta problemática através da visualização desta apresentação electrónica.
Terceiro Mundo
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Portugal: balanço sobre os incêndios 2010
Lisboa, 15 ago (Lusa) - A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) registou desde o início do ano 14 601 ocorrências de incêndios florestais, valor aproximado à soma dos últimos três anos, das quais mais de metade desde 23 de julho.
Em conferência de imprensa na sede da ANPC, o comandante operacional nacional, Gil Martins, revelou ainda que desde 15 de maio registaram-se 13 145 ocorrências e desde 23 de julho 8791.
"Há um pico a partir de 23 de julho que nunca mais parou. Estamos com uma média de incêndios florestais de cerca de 400 novas ocorrências por dia. O valor acumulado de ocorrências de 2010 é já muito aproximado à soma de 2007, 2008 e 2009", afirmou.
Em conferência de imprensa na sede da ANPC, o comandante operacional nacional, Gil Martins, revelou ainda que desde 15 de maio registaram-se 13 145 ocorrências e desde 23 de julho 8791.
"Há um pico a partir de 23 de julho que nunca mais parou. Estamos com uma média de incêndios florestais de cerca de 400 novas ocorrências por dia. O valor acumulado de ocorrências de 2010 é já muito aproximado à soma de 2007, 2008 e 2009", afirmou.
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